Friday, July 10, 2009

Cova da Onça







Low mound on the right margin of the Magos valley, a tributary of the Tejo.
One radiocarbon date (7140+/-40 BP) indicates that it was contemporary with Moita do Sebastião.
One other shellmound, now completely destroyed, existed in close proximity and association with Cova da Onça: Cabeço dos Ossos, whose location is currently impossible to determine.

Thursday, July 9, 2009

só mais um bocadito, está quase :-)

“todo tan crudo e horrendamente pintado de bermellón y ocre como el zócalo y friso que envuelven la capilla.” (Correia, 1921: 28).

are all fish blue fish?


Tuesday, July 7, 2009

Act III Scene II

LORD POLONIUS My lord, the queen would speak with you, and presently.

HAMLET Do you see yonder cloud that's almost in shape of a camel?

LORD POLONIUS By the mass, and 'tis like a camel, indeed.

HAMLET Methinks it is like a weasel.

LORD POLONIUS It is backed like a weasel.

HAMLET Or like a whale?

LORD POLONIUS Very like a whale.



















Ausgrabungen im Muschelhaufen von Sölager, Dänemark, 30. August 1869. (source: Wikipedia)

Saturday, July 4, 2009

mounds in stone?




















Or just an opinion out of place? (Source: Talking pyramids)

Thursday, July 2, 2009























Photos of sambaquis by Paulo De Blasis (source: Povos indígenas no Brasil)

Wednesday, July 1, 2009



Tuesday, June 30, 2009

I heard this question for the third time: 'Did they speak, did they have a language?'
Well, here's the answer (drawing by Dario de Sousa, working under the direction of Manuel Heleno, in Farinha dos Santos, 1972):


Monday, June 29, 2009




















Sambaquis Figueirinha I and II in Santa Catarina, Brasil (source: Wikipedia).

Friday, June 26, 2009




















in
Alasdair Whittle, 2000: ‘Very Like a Whale’: Menhirs, Motifs and Myths in the Mesolithic–Neolithic Transition of Northwest Europe

Thursday, June 25, 2009


















in Enrico Guidoni, 1975: Primitive architecture

Tuesday, June 23, 2009

Dombate
























in Cassen & Vaquero, 2003: Cosas Fabulosas

RESUMO Estas são ideias sobre a arte parietal dos
sepulcros neolíticos da costa ocidental europeia e
sua análise a partir da arqueologia pré-histórica.
Revemos a ordem e as designações das figuras
gravadas nos ortóstatos que integram as
arquitecturas megalíticas no Oeste de França.
Isolamos uma situação para a qual as
classificações arqueológicas habituais oferecem
respostas que não são convincentes. Referimo-nos
a motivos cuja designação deriva ou de uma
leitura iconográfica peculiarmente contextualizada
ou do simples desejo ou conveniência de
enquadrar a figura isolada de entre o conjunto das
observadas. Escreveremos sobre o exemplo que
tais estratégias não só não esclareceram como,
pelo contrário, a tornaram parte da fossilização
de um consenso sobre um conhecimento bufo,
no qual se entrincheirou uma paralisia que
pensamos escudada na recusa dos excessos
e das imprecisões arriscadas numa interpretação
alternativa de carácter nitidamente simbólico.
Consideramos que tal situação legitima os riscos
da nossa proposta. Trataremos de analisar o
motivo extremo, particularmente obscuro, da
chamada arte parietal do megalitismo ocidental
e conhecido como “hache charrue”. Ao mesmo
tempo que o revemos enquanto ícone,
estudaremos o seu contexto a partir de diversas
perspectivas e escalas. Definiremos a natureza
em que se insere a arquitectura que o contém,
apresentaremos o traço arquitectónico que
organiza os elementos pétreos sobre os quais foi
gravado. Desmontaremos os diferentes traços
da figura. A partir de tudo isto, oferecemos a
imagem original e selvagem que se oculta nessa
representação, como irão comprovar,
extremamente próxima e surpreendentemente
afastada de um olhar directo sobre o signo.
Afastada, se o contexto for preconceituoso e a
atitude quietista. Próxima, se o olhar for límpido
e abstracto.
Mas as características do estudo permitem, e
talvez exijam mesmo, um passo mais atrevido.
Um contexto que reproduza as particularidades
do estabelecido e nos proponha para a mesma
imagem primigénia a plausibilidade de uma
representação semelhante. Um contexto que
proteja a figura. Olharemos para a Península
Ibérica e, invertendo o nosso protocolo,
constataremos como por detrás de todo o mundo
confuso, e na aparência desordenado, surge uma
mesma imagem selvagem, que transforma uma
designação estéril, “the thing”, tão esterilizante
como confortável, numa ideia geradora de uma
série de questões básicas que entendemos definir
o compromisso entre uma construção séria
e rigorosa e o conhecimento arqueológico.

Saturday, June 20, 2009

before Whittle